A resposta para a dúvida é “não”. O reajuste do plano de saúde tem regras, que diferem para cada modalidade. No caso dos individuais, por exemplo, a Agência Nacional de Saúde (ANS), que regula o setor, estabelece um teto que precisa ser obedecido.
Reajuste do plano de saúde: entenda o que é permitido e o que é abuso
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) limitou a 6,91% o percentual de reajuste anual que poderá ser aplicado aos planos de saúde de assistência médica individuais e familiares regulamentados (contratados a partir de 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98).
Na prática, reajustes abusivos podem levar o consumidor a atrasar mensalidades, reduzir o uso do plano ou até interromper tratamentos por dificuldade financeira. Em situações mais delicadas, o aumento ocorre justamente quando há maior necessidade de acompanhamento médico, o que agrava o impacto sobre a saúde e a estabilidade familiar.
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Saiba que reajuste abusivo de plano de saúde pode ser considerado ilegal e revertido judicialmente. Este artigo completo e atualizado vai explicar
O aumento no plano de saúde é uma realidade que impacta milhões de brasileiros todos os anos, especialmente em momentos de renovação contratual ou mudança de faixa etária. Em cidades como Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Salvador, consumidores têm...
Após intensas tratativas, iniciadas diante de um pleito de reajuste de 29,36%, foi possível reverter o cenário e garantir índice zero de reajuste contratual, preservando os valores atualmente praticados no plano de saúde. Assim, não haverá aumento no valor do plano Unimed, medida que passa a valer a partir de maio de 2026.